Saiba Como É Um Estágio na USP!


Conforme noticiamos anteriormente, o membro efetivo Antonio Augusto Lima Teixeira Júnior foi aprovado para estágio no Departamento de Genética da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, do campus de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, a partir de apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Técnico e Científico do Maranhão para estágios. Pois bem, esse estágio já aconteceu e trouxe experiências tão positivas que agora compartilhamos com você as experiências vividas por eles. Dê uma lida, avalie-se e não deixe o tempo passar: corra atrás das melhores oportunidades, corra atrás da realização de seus sonhos acadêmicos!

"Estudar o que se gosta para um aluno de graduação é algo extremamente prazeroso, quem dirá tem a oportunidade desde cedo e trabalhar na sua área. Essa talvez tenha sido umas das minhas maiores conquistas após iniciar minha graduação no curso de Ciências Biológicas [no campus do Bacanga] da

Universidade Federal do Maranhão, cursando a modalidade bacharelado. No segundo período do curso começaram as atividades com as disciplinas de Genética e logo no terceiro [período] consegui iniciar o estágio no Laboratório de Genética e Biologia Molecular da Universidade Federal do Maranhão, sob a orientação da Profa. Dra. Silma Regina. Foi a partir desse passo que todo meu amor pela Genética começou e me proporcionou viver ótimas experiências pessoais, acadêmicas e profissionais. Para além, iniciar atividades na Liga Acadêmica de Genética Médica [foi algo positivo], que com grande orgulho me tornei Presidente e tenho constantemente [compartilhado] a alegria de trabalhar com pessoas altamente apaixonadas por Genética.

Após 11 meses de estágio, aprendi e vivenciei muitas coisas na bancada, tive oportunidade de contribuir em projetos, aprender técnicas citogenéticas e moleculares e por fim dar início a um projeto específico como bolsista no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica da Universidade Federal do Maranhão com um projeto de análise molecular de genes exclusivos do cromossomo Y em pacientes com distúrbios da diferenciação sexual. Logo após iniciar as atividades com o projeto, dei entrada em um edital para estágio de curta duração apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Desenvolvimento Científico do Maranhão e tive a feliz notícia de ter sido comtemplado com uma bolsa para estagiar no Laboratório de Genética Humana e Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, sob orientação do Profº Dr. João Monteiro de Pina Neto, médico geneticista e grande contribuinte para os avanços da Genética Médica do Brasil.

A proposta do estágio foi o aprimoramento técnico-científico na técnica de MLPA (Multiplex Ligation- dependent Probe amplification), que permite analisar diferentes regiões do genoma e é bastante utilizada como ferramenta para o diagnóstico de doenças genéticas. O MLPA é uma versão aprimorada da PCR (Polymerase Chain Reaction), técnica que é utilizada no Laboratório de Genética e Biologia Molecular [com que estou formalmente associado] para o diagnóstico genético de pacientes com distúrbios da diferenciação sexual, assim como o estágio também me proporcionou a capacitação em cultura celular de tecidos, técnica também bastante utilizada em pacientes que necessitam de estudos citogenéticos.

Estive na Universidade de São Paulo por 17 dias, vivenciando a qualidade da pesquisa realizada nos laboratórios desta Instituição de Ensino Superior. Convivi com profissionais altamente capacitados, doutores, mestres, pós-doutores, dentre inúmeras pessoas que possuem em comum o prazer e a sede incessante pela pesquisa. Sou extremamente [agradecido] primeiramente a Deus, e logo após ao Profª. Dr. Pina, por me acolher em seu laboratório e se disponibilizar para ensinar as técnicas, assim como grato a

minha orientadora, Profª Dra. Silma Regina, por me julgar apto a realizar esse intercâmbio de estágio. Agradeço também à Fundação de Amparo à Pesquisa e Desenvolvimento Científico do Maranhão pelo apoio financeiro e também a todos os amigos da Liga Acadêmica de Genética Médica pelo incentivo ao estágio. Acredito que esse é só o início de onde os alunos desta liga, em parceria com o Laboratório de Genética e Biologia Molecular, podem chegar.

Por fim, deixei a Universidade de São Paulo no dia 7 de dezembro de 2014, com mais experiência na pesquisa em Genética e com um convite para orientação pelo Dr. Pina num possível mestrado que eu pretenda realizar por lá."

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